É um estar apartado do mundo e apegado a si numa espécie de encantamento consigo mesmo e com o amor.
Um amor a si como deslumbramento.
Uma nudez do ser revelada para si num cenário de mil formas e cores e encanto e lágrimas.
Um rompimento com a companhia desacompanhada do mundo.
Uma solidão acompanhada do descobrimento.
O descobrimento do mar do ser; do oceano interior; dos barcos naufragados nesse mar que é a vida;
do lixo depositado nas águas do ser.
O momento em que o encontro consigo, o olhar para si, traz, revela a grande fábrica de reciclagem
do lixo interior.
É o instante em que se torna possível o resgate do amor e da estima - componentes únicos e insubstituíveis
do sistema interno que passa a operar em prol da regeneração do ser.
por Ione Camelo
Um amor a si como deslumbramento.
Uma nudez do ser revelada para si num cenário de mil formas e cores e encanto e lágrimas.
Um rompimento com a companhia desacompanhada do mundo.
Uma solidão acompanhada do descobrimento.
O descobrimento do mar do ser; do oceano interior; dos barcos naufragados nesse mar que é a vida;
do lixo depositado nas águas do ser.
O momento em que o encontro consigo, o olhar para si, traz, revela a grande fábrica de reciclagem
do lixo interior.
É o instante em que se torna possível o resgate do amor e da estima - componentes únicos e insubstituíveis
do sistema interno que passa a operar em prol da regeneração do ser.
por Ione Camelo
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