Letra Bordada Quando ainda na minha tenra infância, aos oito anos de idade, estudava a segunda série primária, sofri uma grande decepção. Minha querida professora, na hora de entregar as avaliações dos alunos, comentava com cada um, seus resultados positivos e em que ponto especifico deveria melhorar. Foi num desses pontos específicos que me esbarrei com o meu primeiro choque desilusivo da minha vida: minha letra. Ela havia acabado de elogiar meu amigo, aquele garoto terrível, que faz piada, que não para quieto, que dá risada até chorar, que é muito agitado e agitava a turminha (e que eu adorava). Não me recordo da avaliação de nenhum outro coleguinha, mas deste, me recordo com clareza. Certamente ela avaliou todos os meus coleguinhas de turma e quando foi a minha vez...|tristeza do Jeca| - ela elogiou a nota, o comportamento, o cuidado com o asseio pessoal (sim! Isso tudo era avaliado naquela época); mas na hora de falar da minha letra, a vaca foi para o brejo! Imag...
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