Eu posso ser, querer ser, escolher ser melhor.
Eu escolho o caminho e me posiciono e reposiciono diante dos
resultados das minhas escolhas.
Eu escolho a transformação e também escolho o que fazer com
o mais profundo desconforto que ela me traz.
Eu sou capaz de grandes realizações quando estou conectada
com a minha essência, com a minha missão.
Eu sou e escolho a luz. E a luz tem apenas que brilhar.
Eu escolho a consciência linda de aceitar os “insetos” que a
luz atrai e aprender com eles.
Eu escolho dar o meu melhor mesmo quando eu julgar não ser o
suficiente porque para o outro pode ser o suficiente.
Eu escolho viver uma vida com a vida que caminha para a
vida; com luz e para a luz.
Eu permito que a minha luz brilhe para iluminar, guiar,
treinar, patrocinar, ensinar, inspirar...
Eu escolho estar aqui e agora.
Eu escolho ser o instrumento que eu já escolhi ser, por meio
do qual as pessoas se desenvolvam, se curem, se superem, se descubram, se
realizem – descubram sua própria luz.
Eu escolho emitir a minha luz para todo o universo porque
sou parte integrante dele.
Eu escolho pertencer, fazer parte.
Eu escolho ser.
Porque isso é o suficiente. É a própria plenitude.
Porque isso é o suficiente. É a própria plenitude.
Ione Camelo
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